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Mostrando postagens de maio, 2009

Pai...

Meu pai é uma figura espirituosa, um guri de 60 anos. Faz coisas de caras com 22... inclusive bebedeiras, brigas, e outras impublicáveis. Mas é bem quisto por todos, e meus amigos adoram ele. É uma espécie de “ídolo” da galera, o que me deixa muito contente. Não tem festa da turma que o “Bazuca” (apelido dado na faculdade, porque ele conseguia derrubar uma goleira de futsal quando chutava no travessão... e ele conseguia isso até uns 42 anos!) não seja convidado. Bom... inauguração de uma churrascaria, de um amigo dele. Lugar legal, pra umas 150 pessoas. Nada muito chique, mas dava pra dar 3 estrelas. O pai tomou uma caipira, e na segunda ficou “soltinho”. Eu tava só olhando, já sabia que lá vinha bomba. Pedimos um xixo no espeto. Peguei o primeiro pedaço, e o pai, o segundo. Notei que tinha um pêlo de pincel no meu pedaço de carne. Mas não sou fresco, e tinha visto o cara pincelar a carne com manteiga antes de colocar no fogo. Peguei o pêlo e coloquei do lado do prato, sem alarde. O pa...

Galos x Frangos

Estive acima do peso durante uns tempos, e o pessoal da empresa não perdeu a chance, lógico... Começaram as piadinhas! Me vi na turma que era “gordinha”. E todo dia era uma piada diferente, um comentário sacana. Como eu gostava de pegar o pé de todo mundo, levava na esportiva, mas sentia que, algo precisava ser feito! (além de emagrecer...). Final de expediente, todo mundo reunido... Chegam os engraçadinhos! Uma piada, duas... eu saltei: - O problema aqui, é inveja. Vocês tem inveja da gente. O pessoal não entendeu muito, mas os gordinhos se animaram... eu iria sacanear os magros! - Os homens dividem-se em duas categorias: Os galos e os frangos. Os galos tem 3 dígitos na balança, enquanto os frangos, só tem dois. E mulher gosta de galo, não de frango... Os magros e sarados começaram a se olhar, ensaiaram um reação, mas eu continuei: - Mulher gosta de sentir peso do homem. Frango não tem peso. Aliás, frango não deixa nem pegada no chão. Já os galos... tu sabe por onde passa um galo! Olh...

Famíla é um mal necessário....

Tenho dois primos mais velhos que são um sarro. Qualquer coisa é motivo de sacanagem. Bem, esta é uma que eles me aprontaram quando eu tinha uns 11 anos... Minha irmã pegou hepatite no começo do verão, e a família toda se mandou pra Porto Alegre. Menos eu. Meus pais me largaram na casa da praia da minha tia e madrinha, onde encontrei meus primos, que têm uns 10 anos a mais que eu. Bom, estava me sentindo, né? Só andava na turma do pessoal "mais velho", e em época de praia! Eles tinham uma vizinha que beirava a idade deles, e uma noite, se juntamos todos lá. Tudo tranquilo, eu olhando as conversas e tal... e na minha, pois tinha medo de dizer muita bobagem. Tudo legal, até na hora que resolveram fazer pipoca. Era uma panela grande, e na tampa, havia uma manivela, que tu girava pra mexer o milho no fundo da panela. Mas eu, com 11 anos, não sabia porra nenhuma de cozinha. Nem de pipoca. Nem esquentava leite no fogão! E meus primos me arrumaram essa. Eu deveria ficar mexendo a ta...

Psicologia infantil

Em toda reunião do pessoal, rolam histórias dos mais diversos assuntos. Mas essa eu achei genial. Um camarada contou que, quando era pequeno, tinha mania de morder as pessoas. Principalmente o irmão mais velho, que não lhe dava umas porradas não sei por quê. A mãe dele vivia avisando que aquilo era errado e tal, conversou umas duas vezes com ele e deu. Um belo dia, ele tacou uma mordida no irmão de sangrar o braço. A velha pegou ele pelo braço, e levou pro pátio dos fundos. Largou ele no pátio e entrou casa adentro. Voltou de lá com uma coleira de cachorro, um pote d'água e um outro pote de biscoitos. Colocou a coleira no pescoço dele, e amarrou na janela. mandou ele se sentar, e largou na frente dele os dois potes, o de água e o outro com biscoitos. - Se tu queres agir como cachorro, a partir de hoje, tu vai ser tratado como um. Foi uma hora de choro e um santo remédio, de acordo com os relatos dele mesmo. Nunca mais mordeu ninguém... nem de brincadeira!

Senso de humor...

Tive uma senhora como colega certa vez.. Mas ela não era bem uma "senhora". Tinha feito umas 5 ou 6 plásticas, silicone, e usava roupas que poucas gurias eu via na rua usarem. Mas... "H." era muito brincalhona. E lógico, brincando a gente diz o que quer, né? Ela não exitava em 'brincar" com o pessoal mais novo. Pelas histórias contadas por paredes, dizia a lenda que ela pegava gurizão mesmo, mas poucos tinha coragem de perguntar. O tempo foi passando e criei uma amizade legal com ela. Virava e mexia, ela dizia uma bobagem em tom de brincadeira... e eu, palhaço de família, retrucava. Mas com o tempo passei a retrucar e ficar sério, o que a deixava da cor de um tomate. Por várias vezes ela levantava-se da sua mesa e saia se abanando. Aquilo era um divertimento geral! Os colegas riam até chorar, pois sabiam da sacanagem. As colegas, no entanto, ficavam horrorizadas, pensando se no fundo eu realmente fazia em tom de gozação, ou pensava seriamente em ...

Brincadeiras à parte...

Decidimos que a praia estava monótona e resolvemos ir acampar na beira de um lago que ficava poucos quilômetros da praia. Quando somos adolescentes, temos essas idéias bestas. Sair de casa, a duas quadras da praia, pra ir acampar de barraca num lago a 5km de caminhada por cima de dunas. Mas... Chegamos no tal lugar. Armamos a tal barraca e comemos um monte de comida enlatada que tínhamos levado. Recém tinha passado o meio dia, e um dos camaradas resolveu deitar encostado numa árvore. Só que continuávamos entediados... e cabeça vazia é oficina do diabo. Alguém achou uma cobra grande, e matou a pauladas. E aí, veio a grande idéia... "Sicrano" era o cara mais fraco da turma. Não se metia em confusão, nem gostava de briga. De boa paz, mesmo. Só que naquele dia, depois de comer muita porcaria em lata, resolveu dormir no pé da tal árvore. E nós estávamos com uma cobra morta, espinhos cuidadosamente arrancados de um arbusto, um pedaço de pau, e a cabeça lotada de barbaridade....

O problema em ser irônico...

Outra de casamento, no "Momento Solene". O padre já tinha dito tudo que podia sobre todos os assuntos possíveis, e resolveu ir aos finalmentes. - Fulano, você aceita fulana como sua legítima esposa, para amá-la e respeitá-la na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença na alegria e na tristeza? - Sim, eu aceito! Bem nessa hora, me engasguei e desatei a tossir. Não foi de propósito, mas muita gente riu e pegou mal pra caramba. A família da noiva queria me matar na saída da igreja, e tem gente que até hoje não acredita que não foi de propósito. Mas estávamos numa igreja, e Deus é testemunha.